Por que não escolhemos quem iremos ser quando crescer e sim o futuro nos mostra quem nos tornamos ao crescer? Por que temos desilusões, mas mesmo assim continuamos insistindo naquilo que sabemos que dará certo. Por que não escolhemos em que família pertencer, escolher nossos próprios nomes, algo que é tão nosso, pessoal, mas que foi dado por outra pessoa, até mesmo por alguém fora da família? Por que choramos, se sabemos que o amanhecer é belo, e que as estrelas ainda brilham? Por que temos vontade de gritar quando não se pode, ou quando não é o momento certo? Por que quando uma lágrima quer cair e nós tentamos segurar não dá certo e ela escorre em nossa face? Por que nada é como nós queriamos que fosse? Por que as pessoas não nos compreendem? Por que temos que sempre fazer as coisas certas e nunca pular um pouco as regras da vida? Por que muitas vezes queremos algo que não podemos ter, como o pai melhor do mundo, a mãe mais carinhosa, os irmãos mais legais, aquele amigo que podemos contar tudo e confiar cegamente, aquele namorado perfeito, aquele cachorro que te obedece só de você olhar, aquele amor pela primeira vista, mas que dura para sempre, aquele cabelo lindo que nem o da modelo da capa, aquele sapato “super” que você viu na vitrine, aquela bermuda de cem reais que você viu naquela loja maravilhosa, ou até mudar um pouco nosso jeito de ver a vida? Por que? São tantas perguntas que não caberiam aqui, mas são perguntas que tem uma resposta: se a vida fosse tão fácil ela não seria tão gostosa de viver, seria sem graça “sem sal”, se tudo fosse permitido não fariamos nada escondido, pois “escondido é mais gostoso”, a família seria perfeita, mas quem disse que uma briguinha de vez em quando não é bom? Pois não há ninguém perfeito nesse mundo, nem eu e nem você. Somos todos iguais pessoas com coração, esse que muitas vezes se machuca, se parte e para cicatrizar demora um tempão, mas acaba cicatrizando, fica feridas? Sim, mas feridas que só servem de consolo para poder reelembrar daquilo que nos causou dor, mas que um dia demos a volta por cima e se transformou numa ferida, ferida essa que dá alívio ao nosso ser e alma. Devemos viver essa vida intensamente, sem medo de errar, pois ela esta ai para ser explorada da melhor forma que podemos e que queremos, vamos bater a cabeça? Vamos, mas pensa...se não batessemos tanto nossa cabeça como aprenderiamos aquilo que é nosso dever aprender? Como saberiamos em quem confiar de verdade, qual é a pessoa certa, aquela que te fará feliz para sempre e que estará contigo nos momentos mais difíceis! O amor é um carinha meio doido, mas é aquele que nos ensina a arte de amar, ele machuca? Muito, mas depois quando nos da seu carinho, ele é a melhor coisa que podemos ter nessa vida, você pode ter nada, mas com ele você tem tudo. Ésse é o nosso momento, devemos aproveita-lo da melhor forma possivel, viva cada minuto sa sua vida como se fosse o último, chore ou ria, seja alegre ou seja triste, ame ou odeie, fique ou namore, beije ou abrace, mas o importante é ser feliz. Tenha suas derrotas como uma lição, pra lá na frente você fazer o certo e de cabeça erguida! As lágrimas são feitas para consolar nosso coração, chorar é bom demais, é como se estivesse tirando um peso de nós, algo que esta a nos machucar! Por isso, chore o quanto for preciso, pois só suas lágrimas sabem o motivo de tanta dor. Pensar no futuro é até bom, mas não recomendavel, devemos pensar no agora, fazer tudo o que queremos, da forma que queremos, aonde queremos e não ter o porquê que queremos. Quando for fazer algo não pense muitas vezes, pois quem pensa muito acaba fazendo nada. Não combine e marque nada, faça tudo na hora, quando der “na telha”, esse é o segredo, pois se você combinar ou marcar, nunca acabará dando certo! Viva sem medo de viver!domingo, 27 de maio de 2012
Por que não escolhemos quem iremos ser quando crescer e sim o futuro nos mostra quem nos tornamos ao crescer? Por que temos desilusões, mas mesmo assim continuamos insistindo naquilo que sabemos que dará certo. Por que não escolhemos em que família pertencer, escolher nossos próprios nomes, algo que é tão nosso, pessoal, mas que foi dado por outra pessoa, até mesmo por alguém fora da família? Por que choramos, se sabemos que o amanhecer é belo, e que as estrelas ainda brilham? Por que temos vontade de gritar quando não se pode, ou quando não é o momento certo? Por que quando uma lágrima quer cair e nós tentamos segurar não dá certo e ela escorre em nossa face? Por que nada é como nós queriamos que fosse? Por que as pessoas não nos compreendem? Por que temos que sempre fazer as coisas certas e nunca pular um pouco as regras da vida? Por que muitas vezes queremos algo que não podemos ter, como o pai melhor do mundo, a mãe mais carinhosa, os irmãos mais legais, aquele amigo que podemos contar tudo e confiar cegamente, aquele namorado perfeito, aquele cachorro que te obedece só de você olhar, aquele amor pela primeira vista, mas que dura para sempre, aquele cabelo lindo que nem o da modelo da capa, aquele sapato “super” que você viu na vitrine, aquela bermuda de cem reais que você viu naquela loja maravilhosa, ou até mudar um pouco nosso jeito de ver a vida? Por que? São tantas perguntas que não caberiam aqui, mas são perguntas que tem uma resposta: se a vida fosse tão fácil ela não seria tão gostosa de viver, seria sem graça “sem sal”, se tudo fosse permitido não fariamos nada escondido, pois “escondido é mais gostoso”, a família seria perfeita, mas quem disse que uma briguinha de vez em quando não é bom? Pois não há ninguém perfeito nesse mundo, nem eu e nem você. Somos todos iguais pessoas com coração, esse que muitas vezes se machuca, se parte e para cicatrizar demora um tempão, mas acaba cicatrizando, fica feridas? Sim, mas feridas que só servem de consolo para poder reelembrar daquilo que nos causou dor, mas que um dia demos a volta por cima e se transformou numa ferida, ferida essa que dá alívio ao nosso ser e alma. Devemos viver essa vida intensamente, sem medo de errar, pois ela esta ai para ser explorada da melhor forma que podemos e que queremos, vamos bater a cabeça? Vamos, mas pensa...se não batessemos tanto nossa cabeça como aprenderiamos aquilo que é nosso dever aprender? Como saberiamos em quem confiar de verdade, qual é a pessoa certa, aquela que te fará feliz para sempre e que estará contigo nos momentos mais difíceis! O amor é um carinha meio doido, mas é aquele que nos ensina a arte de amar, ele machuca? Muito, mas depois quando nos da seu carinho, ele é a melhor coisa que podemos ter nessa vida, você pode ter nada, mas com ele você tem tudo. Ésse é o nosso momento, devemos aproveita-lo da melhor forma possivel, viva cada minuto sa sua vida como se fosse o último, chore ou ria, seja alegre ou seja triste, ame ou odeie, fique ou namore, beije ou abrace, mas o importante é ser feliz. Tenha suas derrotas como uma lição, pra lá na frente você fazer o certo e de cabeça erguida! As lágrimas são feitas para consolar nosso coração, chorar é bom demais, é como se estivesse tirando um peso de nós, algo que esta a nos machucar! Por isso, chore o quanto for preciso, pois só suas lágrimas sabem o motivo de tanta dor. Pensar no futuro é até bom, mas não recomendavel, devemos pensar no agora, fazer tudo o que queremos, da forma que queremos, aonde queremos e não ter o porquê que queremos. Quando for fazer algo não pense muitas vezes, pois quem pensa muito acaba fazendo nada. Não combine e marque nada, faça tudo na hora, quando der “na telha”, esse é o segredo, pois se você combinar ou marcar, nunca acabará dando certo! Viva sem medo de viver!
Rir é correr risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Estender a mão é correr o risco de se envolver. Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas. Amar é correr o risco de não ser correspondido. Viver é correr o risco de morrer. Confiar é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de fracassar. Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada. Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem. Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre.
Tenho guardado na memória e no coração:
Cada olhar brilhante que trocamos, Cada sorriso feliz que sorrimos... Cada aperto de mão que nós demos... Cada mensagem enviada, Cada palavra dita... Cada lágrima de alegria chorada E cada música ouvida
E cada conversa que tivemos Dentro da amizade, cumplicidade e afinidade tão grandes... Seria uma emoção de invadir o coração.. Saber que você guarda sempre em sua memória: Que eu te amei, te amo e te amarei... Pois não há distância que afaste um grande amor... Nem tempo que faça esquecê-lo.. Nem barreiras que não sejam vencidas por Deus... Mesmo que hoje você não consiga ver que é especial... Você é muito especial prá mim te Amo...
Um dia você irá acordar, e irá se sentir incompleto. Você irá se levantar, e irá sentir que está sozinho. Você irá se vestir e vai sentir o cheiro daquele perfume. Então você irá se sentir abandonado, carente, um idiota. Irá chorar lágrimas de sangue, sem ter ninguém para limpá-las. Você irá viajar meio mundo á procura de algo para te completar, ou então para fazer com que você não se sinta sozinho. Você entenderá o que está acontecendo. Você correrá, deixará tudo para trás, e baterá na minha porta. E eu irei ter o prazer de lhe lembrar, que você me deixaria e que diria que não precisaria de mim para sobreviver, e se esqueceria de mim, mas eu o lembrarei, que um dia você voltararia e que me imploraria para voltar para você, e eu te diria: Admita, agora eu sou o seu oxigênio, você nunca mais irá conseguir viver sem mim. Mais desculpe-me, eu não me lembro mais de você.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Quando um único lugar resume a sua saudade. Uma única janela gigante, onde você olhe para um prédio à frente, árvores e uma esquina onde sempre havia alguém te esperando.
Uma escada onde as maiores novidades eram contadas nela, com a pressa de contar logo, subindo, falando loucamente.
Um canto sagrado para o café e o pão de queijo.
Uma mesma piada, sobre cachorro, dita todo santo dia.
Sorrisos e segredos, e muita saudade. Eu disse muita.
Ironia é meu aleatório começar a cantar: Eu não queria dizer adeus…
Mas, se eu nunca quis, aonde eu estou? O que eu fiz pra não dizer adeus?
Mas eu não disse. Eu nunca disse adeus. Encontrei algo que se encaixa perfeitamente à isso e copiarei aqui. Ela diz assim:
Uma escada onde as maiores novidades eram contadas nela, com a pressa de contar logo, subindo, falando loucamente.
Um canto sagrado para o café e o pão de queijo.
Uma mesma piada, sobre cachorro, dita todo santo dia.
Sorrisos e segredos, e muita saudade. Eu disse muita.
Ironia é meu aleatório começar a cantar: Eu não queria dizer adeus…
Mas, se eu nunca quis, aonde eu estou? O que eu fiz pra não dizer adeus?
Mas eu não disse. Eu nunca disse adeus. Encontrei algo que se encaixa perfeitamente à isso e copiarei aqui. Ela diz assim:
Eu definitivamente não disse adeus…
Uma careta conhecida pode me lembrar um velho amigo que adora fazer caretas. Um mexer no cabelo de uma pessoa, que me lembra outra. As vezes caras e bocas que me fazem pensar ‘cara, você fez igual o teu irmão!’.
Existem algumas manias que eu até falo que é ‘mal de nome’. Todas do mesmo nome fazem a mesma coisa, é é engraçado.
Estou sempre procurando em pessoas novas, pedaços de pessoas que não estão mais aqui. Hoje um tio meu fez uma mesma piada que meu pai fazia e então eu percebi que as pessoas ainda existem, em pequenas partes, em nossa memória.
Uma palavra, um sotaque, um jeito de falar, o andar, uma música que alguém passa cantando, qualquer coisa. Se você parar para observar cada pessoa que passa na rua, você se lembrará de alguém.
Mas o que eu nunca achei, em nenhum canto dessa cidade, em nenhuma pessoa, em nenhum canto desse mundo que chega a ser tão pequeno, foi um sorriso tão lindo quanto o seu…
Vivemos ouvindo que quem faz nossa história somos nós mesmos. Nós colocamos as vírgulas, as perguntas, as reticências. Nós mudamos as páginas. Nós terminamos um capítulo para iniciar outro. E os pontos finais, então, colocamos onde achamos melhor…
Tudo bem. Tudo bem.
Eu deixo você ser o meu co-autor.
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