sábado, 18 de fevereiro de 2012


A minha história começou assim:

- “Sou feliz... todo o mundo é de venturas,
desconheço a aflição e as amarguras,
aos meus desejos só respondem: - sim...”

“Não procuro saber qual seja o fim
de ilusões tão risonhas e tão puras...
Vivo o sorrir... sorrio às desventuras
que ouço sem crer em derredor de mim...”

Hoje no entanto eu digo: “Fui feliz...”
Mudou-se o tempo, e ao terminar da história
não creio, no que outrora há muito quis...

Amei... amei em vão... Conheço enfim
a dor que me fez poeta - infausta glória!...
E a minha história terminou assim...

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